domingo, 21 de março de 2010

Ainda




Quero sem palavras dizer alguma coisa


Fôlego escasso


E


Na penumbra do meu cérebro


Sinto sede também




São poucos e longos dias




Inverno de palavras


Meu recinto secreto.




Enquanto isso as ondas do meu coração ladrando


Como cães


Sucumbem




Agora e sempre...




Demais a vida!




geométrica, contada, milimétrica...



Tenho uma aurora da manhã


Um gosto


A volúpia da espera




Meu profeta está morto!


“ Faz jorrar teu coração como água, ao conspeito do Senhor”





E agora?







Rejane Tach






3 comentários:

Lucas Justino disse...

Linda poesia Rejane, assim como todas as outras. Não é atoa que sou seu fã!

thata disse...

encontrei seu blog e adorei!!! vc tem mais uma fã...

Paulo Tamburro disse...

E então? Tudo bem?

Estava navegando pela internet, quando aportei por aqui.

E gostei muito do que ví.

Seu blog é aabsolutamente interessante e starei sempre por aqui.

Nesta oportunidade, godtaria de convidá-la para conhecer meu blog de humor: HUMOR EM TEXTO.

UM ABRAÇÃO CARIOCA E FIQUE COM DEUS!