domingo, 4 de janeiro de 2009

Ah... você pode deixar... sei que pode!



POESIA

POR REJANE TACH

Deixa que eu deite em suas carnes

E tome seu coração impuro

Na ansiedade aqui contida

Uma vez só...

Num resto de dia

De nuvens soltas

Gargalhando aos pássaros

Em sintonias febris

Deixa que eu minta pra mim

Que você me ama

E nunca mais partirá com o vento

Num espaço pequeno

Pulsarei sem demora pra senti-lo

Quente em mim

e...

Deixa sua boca na minha tomar

Um veneno só nosso

Numa orgia pura e nobre

Nessa noite

Pode ser...

Com meus braços nostalgicamente

Abertos

Eu tomá-lo

Como nunca fiz...

Um comentário:

Carlos Alberto disse...

Fica evidente a grande paixão e desejo que há nesta poesia, com certeza a autora descreve bem o que se sente quando se ama muito alguém e expressa seus sentimentos de forma verdadeira. SIMPLESMENTE NOSTALGICO.