sexta-feira, 10 de abril de 2009

Também no céu...




as folhas amarelas caem das árvores
E
Um escarcéu de nuvens negras
Soltas em mim...

Ainda sofro por amor e permaneço calada
Perambulo nas idéias
Com os cabelos lisos escorrendo pelas costas
Abraço sempre os joelhos...

O tempo voraz não me permite ser humana
Pra olhar o céu crivado de estrelas
E só
Ouvir os barulhos loucos do meu coração
Que pulsa maltratado

Sou criatura criada
Casta
E basta!

Meus assuntos absolutos agora inúteis
Ainda perambulando...

Meu encontro comigo, inefável...
As nuvens negras estão soltas
Ainda...


Rejane Tach

Um comentário:

Robério Pereira Barreto disse...

Rejane, parabéns! Os seus poemas estão cada vez mais profundos e poetico e esteticamente ótimos. Ah, e seu último está sendo um sucesso, né? Você merece!