
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
morte...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011
BEIJOS...
sábado, 8 de outubro de 2011
MEU SORRISO...
terça-feira, 13 de setembro de 2011
MÃOS
Sozinhas tateiam o ar
Por vezes
Procuram qualquer coisa
Não mentem em seus movimentos
Sentem mais que profundamente
um pulsar
Molhadas ternas
Embriagam-se no toque
Do quente
Do frio...
Nervosas se agitam e se escondem
Com medo de descobertas
Se curvam,
Entrelaçadas sensuais nos desejos
e
Tão tímidas quanto lentas
nas faces solitárias
Repousam o suor fresco na juventude...
Secas adormecem velhas...
As mãos.
Rejane tach
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
GOSTO DE BOCA
chorei depois
aqueles vales mortos de que falei
eram coadjuvantes ...
Sinto o pecado se aproximando
e vc...
no meu pensamento!
Rejane Tach
domingo, 4 de setembro de 2011
'EVITA VIVE" de Néstor Perlongher
Eva Perón foi considerada pelo povo argentino a mãe dos descamisados pela sua forte atuação política na Argentina na década de 40. Eva Perón converteu-se em mito em consequência de seus discursos, de sua luta pelo reconhecimento das massas trabalhadoras, e também de seu trabalho social junto aos miseráveis. Mesmo acometida por um câncer, lutou até os últimos momentos de sua existência, tornando-se um ser idolatrado pelos seus admiradores. No conto “Evita vive”, do escritor argentino Néstor Perlongher, é bruscamente desconstruída, mediante, entre outros mecanismos, uma linguagem que transita entre o escatológico e o vulgar. Diante dessa constatação, nesse trabalho, busca-se mostrar, seguindo, principalmente, o enfoque teórico contido no livro “Mitologias”, de Roland Barthes, que o processo de mitificação de Evita consiste em uma construção histórica, bem como evidenciar que sua desconstrução na literatura de Perlongher, dá-se, conforme sugere Barthes, mediante a apropriação do discurso histórico.
Rejane Tach



