domingo, 22 de novembro de 2009

Num lugar









qualquer poderia inserir-me numa pedra

sem violar o sentido da frieza

não falar mais nada

e sufocar

o que tenho em mim



mas você existe

por aí...



Sinto seu cheiro no ar.



Num lugar qualquer eu poderia mergulhar até a morte

sem jamais decifrar porque vim ao mundo

ainda assim o amaria...



Lamento, mas



Meus velhos temas de amor sucumbem

nos cenários reais da minha vida.





Rejane Tach








terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sabe...




aquela xícara que te falei, aquela verde. Eu a guardo ainda e de vez em quando olho pra ela. Juro que não sei se sinto mais compaixão dela ou de mim...

Meus rancores joguei fora, mas meu sentir escorrega ainda por aí.



REJANE TACH

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

amigos...




ALUNOS...AMIGOS...ALUNOS...AMIGOS...



Na Universidade tive um professor que dizia que professores tinham que dar aula de humanidade. Sempre pensei, como seria isso; essa tal aula de humanidade! Agora em sala de aula, sei... e daquele ensinamento tirei exemplos que vão perdurar... E digo que, momentos assim, no cinema com meus alunos... Ahh, não tenho palavras... Obrigada Professor de Humanidade.


Rejane Tach

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

PRECISO...






acordar minha alma

causar um arrepio em ti

meu deus...


sugar teu peito até

sentir-me apoderada

dos teus sentimentos...


subverter-te é o que anseio

e nos desenhos que faço na imaginação

existe um céu nosso


mesmo que vermelho...


nunca me canso

de te olhar

através de saudades

e dizer

sou livre para ti...



Rejane Tach

terça-feira, 27 de outubro de 2009

FECON

CÉSAR LUIS - MÚSICO
com a obra SANAS LOUCURAS exposta na FECON

Poema dedicado ao meu tio Hilário, morto em 1973...

Anjos
....de pernas muito estiradas
sonolência e imensidão nas entranhas
um copo vazio num padecimento de noite
Nas curvas do corpo
rasgos vermelhos
choro interno silencioso
o grito que não sai...
a luz amarela dos postes
ilude o céu
e
no cérebro um vago com dor
na brancura da boca uma sede
lateja
uma ária triste dorme na rua...
Rejane Tach


FECON - XIª FEIRA DO CONHECIMENTO

ANGÉLICA SILVA DE MATOS
2º ANO B
FORAM EXPOSTAS AS OBRAS DA ESCRITORA MATO-GROSSENSE MARILZA RIBEIRO.
A ESCRITORA VIVE EM CUIABÁ, É PSICOLOGA E PEDAGOGA.

Da obra MEU GRITO...

Eu amo vocês,
Amigo sem nome,
De rostos sombrios
De olhar de esperança
Que enfrentam batalhas
De morte e de dia,
Sozinhos, valentes
Sem espada e sem lança...

(...)

Eu amo vocês
Heróis sem medalhas,
De rostos marcados
Por dores sentidas...
Meu clamor e meu grito
Lhes ofertam no tempo
Meu olhar, minhas rosas,
Meu beijo, meu hino...
MARILZA RIBEIRO

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

FECON - XIª FEIRA DO CONHECIMENTO


VALORIZANDO A LITERATURA DO MATO GROSSO...
COM CARLA, DIRETORA DA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOÃO BATISTA, APRECIANDO A VIDA É BOA.
Rejane Tach